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Dia Internacional das Mulheres – Mulheres Guerreiras, Pura Inspiração!

Por Ailton Oliveira

Para comemorar o Dia Internacional das Mulheres, a Cia de Ideias, em parceria com o Parque, ofereceu, gratuitamente, uma tarde de palestras a todas as mulheres que trabalham nas empresas instaladas no San José, sobre diversos temas voltados à importância da atual participação das mulheres nos negócios, na comunidade e na vida social, no dia 05 de março, no auditório da sede da Administração do Parque Industrial San José,

Entre os assuntos abordados, estiveram diversos aspectos sociais sobre mulheres que fizeram e fazem a diferença em seus ambientes.

Junior, da Cia de Ideias, explicou o objetivo do evento e reforçou que futuramente outros encontros como este serão realizados no San José, visando integrar cada vez mais o público que convive lá, diariamente.

Quem abriu o painel de palestras foi Carmen Curcio, do Rotary Clube, que contextualizou a entrada das mulheres no Rotary, ressaltando a evolução e a diferença que elas fazem na instituição. Em 1989, o Conselho de Legislação do Rotary, atentou-se a importância do ingresso das mulheres e, “desde então, a presença feminina tem ficado cada vez mais forte”, disse Carmen.

Atualmente, o Rotary Clube desenvolve diversas ações sociais, tendo à frente de diretorias e presidências, importantes mulheres. São quase 300 mil rotarianas que servem a sociedade com amor e dedicação à causa.

Entre as principais ações do Rotary, estão reforços em campanhas de vacinação, incentivo à educação e formação de jovens, como enfatizou Elizabeth Cortez Herrera, do Rotary Clube Cotia – Mulheres Empreendedoras.

Em todas as Campanhas de Vacinação da Poliomielite, o Rotary sempre custeou as vacinas no Brasil e no mundo todo. Graças a isso, faltam apenas 2 países para erradicar a paralisia infantil no mundo (Paquistão e Afeganistão). Mesmo assim, é importante continuar vacinando todas as crianças para que nunca mais sofram desse mal.

Verônica Trevizoli, professora da Rede Estadual de Ensino de Sorocaba, falou sobre “A Importância das Mulheres no Futuro da Ciência”. As escolas onde leciona são em bairros periféricos, consideradas escolas vulneráveis e, com esse contexto, ela traz para a sala de aula, em parceria com outros professores, novas oportunidades e projetos que vão além do currículo escolar mostrando que as alunas podem ser mais do que imaginam.

“A gente ainda percebe que os pais criam as meninas para serem princesas e não cientistas”, disse, mas completou que, “mesmo princesas, elas também podem ser cientistas”.

O objetivo dos projetos desenvolvidos por ela e seus companheiros professores, pretende transformar as crianças em pequenos grandes talentos e, assim, dar “asas para que voem”. Professora Verônica acredita que é essa transformação que vai melhorar o Brasil.

O projeto que trouxe como exemplo para a palestra, foi a construção de um “satélite”, que eles desenvolveram na unidade escolar e, após sua construção, soltaram-no na estratosfera, ou seja, a aprendizagem vai além da teoria e mostra, na prática, que coisas incríveis podem ser feitas.

Abordando o tema “Desafios Contemporâneos Femininos em um Mundo Masculino”, a Jornalista, Profissional de RH e fundadora do IPEFEM (Instituto de Pesquisas e Estudos Femininos), Ana Tomazelli, trouxe assuntos importantes para nossa atualidade, que tratam desde a busca do “eu feminino”, a como lidar com uma sociedade que, historicamente, convive com um “machismo velado”.

Há dois anos, depois de mudar o curso de sua carreira, tem como principal foco de seu trabalho o universo feminino, entendendo o que as rodeia, o cotidiano que afeta de fato o ritmo, a vida pessoal, os medos, as inseguranças e como esses sentimentos são encarados ou “mascarados” em grandes escalas.

Ana transcende o assunto, trazendo, desde muito antes, costumes que na maioria das vezes passam despercebidos por nossa sociedade, como, por exemplo, de acordo com dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) do 4º trimestre de 2019, os honorários mensais médio das mulheres foram 22% menor do que os dos homens.

Para encerrar o evento, a jornalista e autora do Livro: “Que falta faz um corrimão”, Valquíria Liz Sganzerla, usa a metáfora do corrimão para falar sobre superação, acessibilidade necessária no dia a dia e a importância de manter uma rede de apoio entre as pessoas, com o objetivo de reforçar o amor.

Convivendo com uma doença em que o sistema imunológico destrói a cobertura protetora dos neurônios – a Esclerose Múltipla – Valquíria, há mais de 40 anos cadeirante, traz uma outra perspectiva sobre o convívio com a doença e como o apoio emocional faz total diferença no dia a dia.

No livro lançado em 2016, ela fala sobre a importância de criar “um corrimão” de amor, e com isso, deixa uma mensagem de que a vida precisa ser vivida com intensidade.

Ao final de cada palestra os organizadores entregaram um arranjo de flores às palestrantes, como forma de agradecer a elas por compartilharem suas histórias e feitos para o universo feminino, contribuindo para o crescimento de nossa sociedade.

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